“O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda, que um homem tomou e plantou no seu campo; o qual é, na verdade, a menor de todas as sementes, e, crescida, é maior do que as hortaliças, e se faz árvore, de modo que as aves do céu vêm aninhar-se nos seus ramos” (Mt 13.31-32).
Costumamos reclamar muito do presente, às vezes nos esquecendo que ele nada mais é que a colheita do que foi semeado no passado.
Se colhemos o que plantamos, por que não plantar só boas sementes? Eis aí nossa missão neste mundo.
A semente do evangelho é a semente da vida, da esperança, da reconciliação do ser humano com Deus, do perdão dos pecados, da vida eterna. Esta semente é a mais pura e perfeita das sementes.
A outra semente tão vital e imprescindível é a semente do amor. Esta semente completa a do evangelho. Em um pomar no qual está plantado a semente do evangelho, necessariamente, ou melhor dizendo, naturalmente está também a semente do amor.
Trata-se de uma semente poderosa, pois seu fruto é um eficaz remédio para combater a doença do egoísmo. Talvez em nenhum outro se ache cura para este grande mal senão no fruto do amor.
Com o fruto do amor nós fazemos as melhores coisas pelos outros, nós visamos seu cuidado, sua edificação, seu crescimento.
Convido todos os que lêem esta postagem a colocar a mão no arado e sair a semear. Espalhem a semente do evangelho. Espalhem a semente do amor. Se colhemos o que plantamos, o que nós ou a próxima geração colher, dos frutos do evangelho e do amor, será um verdadeiro banquete de felicidade.
Pastor Alexandre Gaona

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